segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

- Justiça? Existe mesmo isso?

Justiça, palavra bonita, mas, a prática é feia e vergonhosa.
O termo justiça (do latim iustitia, por via semi-erudita), de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos (litígio).
Num sentido mais amplo pode ser considerado como um termo abstracto que designa o respeito pelo direito de terceiros, a aplicação ou reposição do seu direito por ser maior em virtude moral ou material. Justo é aquilo que é equitativo ou consensual, adequado e legítimo (aplicar o direito nas suas próprias fontes - as pessoas - em igualitariedade). A Justiça pode ser reconhecida por mecanismos automáticos ou intuitivos nas relações sociais, ou por mediação através dos tribunais e em ordem à equidade.
Pois é essa definição supracitada é um belo ideal que todos nós gostaríamos que houve no Brasil e no mundo. Aqui no nosso país já é bem conhecido que: Justiça só existe para os ricos, as leis são favoráveis a quem é rico e têm poderes... só eles têm causas ganhas e favoráveis, só eles escapam de ir para a cadeia, só eles podem se eleger diversas vezes... Aos pobres a Justiça só serve como instrumento de expiação, de aplicação de leis. Na hora de prestar serviço, favorecer ou legitimar um direito do pobre nem existe isso nos vocábulos  da senhora de olhos vendados chamada "justiça".

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Liberdade, porém não absoluta!

Como já dizia o célebre filósofo e ativista francês Jean Paul Sartre: "somos condenados a liberdade". Porém nem todos acham que existe ou que tenha essa tal liberdade e pior ainda quando dizem que a tem, se justificam dizendo que não sabem usá-la. Pois, é, quando Sartre disse que somos condenados a liberdade ele provou que não podemos jamais dizer que não temos liberdade, muito pelo contrário, somos seres de liberdade, porém é uma liberdade que acima de tudo se liga a responsabilidade, liberdade implica responsabilidade e responsabilidade implica em liberdade. Se você deixa de ir ao trabalho pelo fato de não está querendo ir ou por está entendiado você tem a liberdade de não ir, porém você tem de ter a consciência de que essa sua escolha acarretará uma conseqüência e terá de arcar com a responsabilidade. Se você escolhe ir ao trabalho também terá conseqüências por essa escolha que serão de sua responsabilidade. O que é mais interessante é que quando você dizia que não escolheu ir ao trabalho ou à escola, ao restaurante, ao teatro, seja lá o que for, você já fez uma escolha, pois, não escolher é uma escolha. Você tem liberdade para escolher: seja a escolha de escolher ou não escolher, fazer ou não fazer.
Agora um questionamento: existe liberdade absoluta? Baseado nos existencialistas, principalmente em Sartre, na Ética e na nossa finitude a resposta é a seguinte: Somos limitados e finitos. Não podemos fazer tudo o que queremos, pensamos, desejamos, pois nem sempre o que almejamos está disponível, além de devermos respeitar a liberdade dos outros, respeitar as leis, e a sociedade como um todo, portanto, respeitar a nós mesmos e as nossas responsabilidades.  
Como dizia o célebre sábio Einsten: "Tudo é relativo, salvo o infinito" .Pelo que eu sei nem nós somos infinitos, o que dizer, então, de nossa liberdade?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Concurso Público: cadastro de reserva? É brincadeira, ein?


Já estou cansado de ver o seguinte texto: A instituição X torna pública a realização de concurso público para formação de cadastro de reserva para provimento de vagas. Eu fico só pensando para que uma instituição divulga em jornais especializados, revistas ou internert a abertura de um concurso público que não tem a mínima preocupação de prover o seu quadro de funcionários com os possíveis aprovados no certame em questão? alguns até editais até especificam que existem duas categorias: a de formação de cadastro de reserva e os de provimento de vagas para contratação imediata. Mas aqui para nós... existem muitas instituições tanto municipais, estaduais, quanto federais que só querem arrecadar dinheiro através das inscrições, ludibriando e "roubando" o dinheiro, a pciência e sono de muitos brasileiros que estão ou desempregados, em busca de um primeiro emprego ou até de uma estabilidade e melhoria de salarial. Têm muita armadilha em concursos disso tipo. Quem me garante que serei convocado assumir o cargo? E sabe o que acontecer? às vezes deixamos de nos inscrever num bom concurso por não ter a garantia da empregabilidade. E repetindo o famigerado texto do edital: A instituição X torna pública a realização de concurso público para formação de cadastro de reserva para provimento de vagas... Tomem cuidado, e claro, não deixem de denunciar ao Ministério Público se forem enganados.