Justiça, palavra bonita, mas, a prática é feia e vergonhosa.
O termo justiça (do latim iustitia, por via semi-erudita), de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos (litígio).
Num sentido mais amplo pode ser considerado como um termo abstracto que designa o respeito pelo direito de terceiros, a aplicação ou reposição do seu direito por ser maior em virtude moral ou material. Justo é aquilo que é equitativo ou consensual, adequado e legítimo (aplicar o direito nas suas próprias fontes - as pessoas - em igualitariedade). A Justiça pode ser reconhecida por mecanismos automáticos ou intuitivos nas relações sociais, ou por mediação através dos tribunais e em ordem à equidade.
Pois é essa definição supracitada é um belo ideal que todos nós gostaríamos que houve no Brasil e no mundo. Aqui no nosso país já é bem conhecido que: Justiça só existe para os ricos, as leis são favoráveis a quem é rico e têm poderes... só eles têm causas ganhas e favoráveis, só eles escapam de ir para a cadeia, só eles podem se eleger diversas vezes... Aos pobres a Justiça só serve como instrumento de expiação, de aplicação de leis. Na hora de prestar serviço, favorecer ou legitimar um direito do pobre nem existe isso nos vocábulos da senhora de olhos vendados chamada "justiça".


